Descubra como calcular o preço correto dos seus serviços usando seus dados financeiros reais para garantir lucro.
A maioria dos prestadores de serviço no Brasil cobra pelo que acha justo ou pelo que a concorrência cobra — não pelo que precisa para ser sustentável. O resultado: trabalhar muito, lucrar pouco e não entender por quê o dinheiro nunca sobra. A precificação correta começa pelos números, não pela intuição.
O primeiro passo é saber exatamente quanto você gasta todo mês para existir como negócio, independente de vender ou não. Use o relatório de categorias do sistema para listar suas saídas fixas:
Some tudo. Esse é seu custo fixo mensal — o valor mínimo que você precisa gerar só para cobrir a operação.
Para cada serviço prestado, existem custos diretos: material utilizado, deslocamento específico, comissão, embalagem. Levante o custo variável médio de cada tipo de serviço que você oferece.
Quantos serviços (ou horas) você consegue entregar por mês? Seja realista — descontar fins de semana, feriados, tempo administrativo e dias de imprevistos. Se você tem 160 horas mensais disponíveis mas gasta 40h em administração, sua capacidade produtiva real é de 120 horas.
Com esses dados em mãos, a lógica é:
Se seus custos fixos são R$ 3.000/mês e você tem 120 horas produtivas, seu custo mínimo por hora é R$ 25. Se quer 30% de margem, precisa cobrar pelo menos R$ 32,50/hora — antes de qualquer custo variável.
Após definir seus preços, use o sistema por 3 meses e analise:
O relatório de lucratividade mostra exatamente isso. Ajuste o preço sempre que os dados indicarem que a margem está insuficiente — antes que o caixa mostre o problema.
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